terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

WORKSHOP CONSTELAÇÃO SISTÊMICA FAMILIAR 19 DE FEVEREIRO 2016 18:30 AS 21:30 H

Aceitar pai e mãe, incluir os excluídos, separar o que está misturado, quebrar padrões negativos repetitivos, dar e receber com equilíbrio, harmonizar o masculino e o feminino, honrar a família e ter permissão para seguir e ser feliz! Às vezes, estamos fora de nosso verdadeiro lugar em nossas famílias, em um papel que não é realmente o nosso; como por exemplo, irmão que toma o lugar de pai, filha que toma o lugar de mulher do pai (tudo isso no inconsciente) , mãe que se comporta como filha da filha; filhos que tomam as crenças e o fardo dos pais para si, ficando assim impossibilitados de seguir seu próprio caminho. Repetição de padrões negativos, doenças psicossomáticas, disfunções sexuais, filhos que não "crescem" por terem medo de não serem mais amados pelos pais, cônjuge que não se independe da influência dos pais depois de se casar, identificação excessiva com algum ente querido que já morreu impossibilitando a pessoa de olhar para seu trabalho e sua vida,etc. Tudo isso influi na disponibilidade ou não do indivíduo para uma vida saudável e próspera.

AS QUATRO LEIS ESPIRITUAIS ENSINADAS NA ÍNDIA

1ª Lei – A PESSOA QUE CHEGA É A PESSOA CERTA. Ou seja, ninguém chega em nossas vidas por acaso, todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por algum motivo, para nos fazer aprender e avançar em cada situação. 2ª Lei – O QUE ACONTECE É A ÚNICA COISA QUE PODIA ACONTECER. Nada, absolutamente nada do que nos acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira, nem sequer um detalhe mais insignificante. Não existe aquilo de …”se tivesse feito tal coisa … teria acontecido tal coisa …”. 3ª Lei – EM QUALQUER MOMENTO QUE COMECE É O MOMENTO CORRETO. Tudo começa no momento certo, nem antes nem depois. Quando estamos preparados para que algo novo comece em nossas vidas, aí então começará. O que aconteceu foi o que pôde acontecer e teve que ser assim para que aprendêssemos essa lição e seguíssemos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas, são perfeitas, ainda que nossa mente e nosso ego resistam e não queiram aceitar. 4ª Lei – QUANDO ALGO TERMINA, TERMINA. Simplesmente assim. Se algo terminou em nossas vidas, é para nossa evolução , portanto, é melhor deixá-lo seguir adiante e avançar já enriquecidos com essa experiência. Creio que não é por acaso que você esteja lendo este texto. Se este texto chega em nossas vidas é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai em lugar errado. ✌💃✨ ‪#‎TodoMundoNaVibe‬ ‪#‎NaturalVibe‬

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Workshop constelação sistêmica 13 de fevereiro 2016

O que é constelação familiar? Trata-se de um método de ajuda baseado nas descobertas do alemão Bert Hellinger, que coloca pessoas que estão presentes no grupo para representar os membros das relações pessoais do cliente: família, grupo social, empresa ou, sua doença. Bert Hellinger, desenvolvedor deste trabalho, descobriu 3 (três) leis naturais que atuam nos relacionamentos humanos as quais ele, inicialmente chamou de Ordens do Amor. São princípios que regem o bom ou mal funcionamentos de todas as relações: hierarquia (estabelecida pela ordem de chegada), pertencimento (estabelecido pelo vínculo), equilíbrio (estabelecido pelo dar e tomar/receber). Quando tais principios são violados, surgem compensações que atuam nos membros pertencentes ao sistema e sua violação é percebida somente através das suas consequências: depressões, doenças, dificuldades nos relacionamentos, dificuldades financeiras, etc. Os representantes, pessoas participantes do grupo, sentem em si os movimentos da alma do sistema do cliente, são informações que aparecem no Campo Fenomenológico das Constelações e que o cliente não tinha acesso a elas de forma consciente, visto ao fato de poderem ser informações atuais ou antigas, de antepassados. Graças à representação, o cliente pode perceber onde o seu amor está emaranhado e no próprio campo das constelações, as conexões vinculares voltem a se harmonizar. Com isso, alguma liberdade é conseguida e o amor pode voltar a fluir. O cliente pode enxergar o seu próximo passo na busca de uma vida mais leve." Confirme aqui no evento e inbox. Para participar : 20,00 incluso lanche Para constelar: 300,00

sábado, 6 de fevereiro de 2016

O que é a Constelação Familiar?!

A Constelação Familiar ou Sistêmica olha para as diversas consciências as quais somos tomados. Sabendo ou não, querendo ou não, gostando ou não, pertencemos à um grupo, a um sistema, a uma família, funcionamos assim. Nosso corpo físico funciona num sistema, nossa sociedade, a natureza, as empresas, o planeta, as estrelas. Fazemos parte de uma constelação, por isso, o alemão Bert Hellinger chamou essa forma de interpretarmos essas relações de: Constelação. Cada encontro com ele é um movimento grandioso em direção às infinitas possibilidades de amadurecimento de alma. Através do método de percepção do “Campo Mórfico” desenvolvido por por Sheldrake e por vários terapeutas importantes do século passado e desse, Bert foi corajoso em desenvolver um método claro e preciso na qual a pessoa traz um problema e o “campo” nos mostra o que não conseguimos perceber com nossa razão e olhos físicos. Por exemplo, que dinâmica existe entre um casal que se agride? O que está por traz dessa agressão? Nesse campo, através dos representantes (pessoas que participam do grupo) podemos entrar em contatos com “Revelações Divinas”, como o próprio Bert descreveu a constelação no “Trainning Camp” de 2012, na Alemanha. Com tanta experiências, pesquisas e vivências desenvolvidas por Bert, ele encontrou um meio de trazer a tona o invisível que atua no nosso destino e a forma de transformarmos isso, não só com o objetivo de nos curarmos mas também curarmos o TODO. Ele percebeu que em várias gerações, assim como somos tomados pela aparência dos nossos familiares, seus dons, etc, também se repetiam situações de perdas, sofrimentos, doenças e outras situações as quais as pessoas nem percebiam estar envolvidas devido à consciência familiar atuando e não a consciência individual. Ou seja, muitas pessoas falam: eu plantei tanta coisa boa e colho tantos problemas. Isso é karma? Onde está a lei da ação e reação? Muitas pessoas também notam que, de repente, aparece uma dívida, uma relação afetiva complicada ou somos “levados” a determinadas escolhas que parecem não serem nossas. Também notou que a nossa vida não responde aos nossos esforções se, inconscientemente estão envolvidos com historias que não são nossas. Ficamos indisponíveis para nossa vida e disponíveis para nosso sistema. O sistema familiar busca equilíbrio e o fluir do amor, da prosperidade, do respeito, do pertencer, da hierarquia. Se, de alguma forma, algum membro do nosso sistema, sai dessas estruturas, alguém da próxima geração busca compensar isso, mesmo que inconscientemente. Por isso, a constelação é um método de diagnóstico, um processo de reorganização e equilíbrio dentro dos sistemas as quais pertencemos. Hoje, as constelações Familiares ou Sistêmicas olham inclusive para outras vidas. Apesar de um tema ainda tão polêmico, o próprio Bert Hellinger nos trás de forma tão profunda e tão respeitosa as verdades que só os corajosos nesse processo de evolução podem usufruir.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

CONSTELAÇÃO FAMILIAR – As cobranças e acusações aos nossos pais

Bert Hellinger, um teólogo, filósofo e psicoterapeuta alemão, criador de uma nova abordagem de psicoterapia sistêmica, desenvolveu um trabalho revolucionário que tem amplas implicações para o aconselhamento de casais, acompanhamento de crianças, pedagogia, consultoria de empresas, dramaturgia, política e solução de conflitos sociais. Ele trouxe um novo olhar para nossa forma de viver nossos vínculos e relacionamentos. Na reflexão de hoje, trazemos um pouco do que ele fala sobre nosso relacionamento com nossos pais. Para ele, nós continuamos, mesmo quando adultos, levando conosco a criança que fomos e, levando também os julgamentos, as reivindicações e as acusações aos nossos pais. Para Bert, não há como seguir na vida de forma saudável e com sucesso, se não abrimos mão disso tudo, tomando nossos pais como eles são, como pessoas bem normais, que fizeram o que foi possível. Tomar a eles e tomar a vida do jeito que foi e do jeito que chegou até nós. Sinta o que aconteceria na alma se você imaginasse crianças dizendo para seus pais: ”Aquilo que vocês me deram, primeiramente, não foi correto, e segundo, não foi suficiente. Vocês ainda me devem.” O que estas crianças têm de seus pais quando sentem as coisas desta forma? Nada. E o que os pais têm de suas crianças? Também nada. Tais crianças não conseguem se separar de seus pais. Sua demanda e suas acusações os prendem de tal forma a seus pais que, apesar de estarem vinculados, é como se não tivessem pais. O “não” que estas crianças dizem a seus pais, acaba sendo dito para elas mesmas, pois, todos nós somos nossos próprios pais (somos a continuação biológica deles). E então elas se sentem vazias, carentes e fracas. (Vale aqui relembrar que quando falamos crianças, podemos nos referir a pessoas de 5, 10, 15, 30, 50, 70 anos. Todos nós somos as crianças que fomos um dia, pois elas continuam a viver dentro de nós). Esta é a segunda ordem do amor: que as crianças tomem de seus pais, aquilo que estes possam dar, da forma que vier, sem nenhuma exigência adicional, pois, o que eles deram já foi suficiente e permitiu que a vida chegasse até nós.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

PEDAGOGIA SISTÊMICA

A pedagogia sistêmica ou paradigma sistêmico-fenomenológico é um método educativo,uma prática dinâmica que está vinculada no contexto educativo e que denominamos campos de aprendizagem. “Este novo paradigma vem sendo desenvolvido nos últimos sete anos em vários países do mundo, ampliando a visão significativa do todo na relação escola-família, trazendo a possibilidade de criarmos a partir da escola um ambiente de inclusão onde todos possam assumir os seus papéis, levando em conta os sistemas familiares, educativos e institucionais. Se algo caracteriza a pedagogia sistêmica é, justamente, a sua firme proposta de inclusão. Devemos o seu desenvolvimento a Bert Hellinger (psicoterapeuta alemão) criador da Terapia Sistêmica Fenomenológica - Constelações Familiares, técnica terapêutica que permite olhar o indivíduo dentro do seu contexto familiar a partir das relações que estabelece com pessoas da família e com pessoas que não fazem parte da família, através de vínculos de amor e lealdade. A solução para os conflitos e as desordens ocorridas nestas relações se faz através das "ordens do amor", promovendo equilíbrio e harmonia.”-